Tag Archive for: Radioterapia

OPEN MEDICAL WEEK – 06 a 10 março

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“A clínica JÚLIO TEIXEIRA, convida a comunidade médica a conhecer in loco a CyberKnife® M6 no decorrer de uma OPEN MEDICAL WEEK dedicada ao SISTEMA NERVOSO CENTRAL a decorrer entre os dias 6 e 10 de Março de 2023 nas suas instalações, no Edifício ICUF, à Rua Fonte das Sete Bicas, nº 170, Piso -1, Senhora da Hora, em Matosinhos.

Trata-se de um evento exclusivo e reservado à comunidade médica.

Contacte-nos através do email [email protected]

[:en]”The JÚLIO TEIXEIRA clinic invites the medical community to get to know the CyberKnife® M6 in loco during an OPEN MEDICAL WEEK dedicated to the CENTRAL NERVOUS SYSTEM to take place between the 6th and 10th of March 2023 at its facilities, at the ICUF Building, Rua Fonte das Sete Bicas, nº 170, Floor -1, Senhora da Hora, in Matosinhos.

This is an exclusive event reserved for the medical community.

Contact us via email [email protected]”[:]

Reportagem TVI/CNN “Cyberknife®”

[:pt]Reportagem TVI/CNN sobre a CyberKnife® M6, realizada nas instalações da JÚLIO TEIXEIRA,SA no ICUF, Porto.

Consulte a reportagem, clique aqui!

[:en]TVI/CNN report on the CyberKnife® M6, held at JÚLIO TEIXEIRA,SA’s facilities at ICUF, Porto. See the report, click here![:]

“UM ROBÔT CONTRA O CANCRO”

[:pt]Dr. Paulo S. Costa, Coordenador Clínico da Júlio Teixeira, SA, em entrevista à revista VISÃO SAÚDE do passado dia 01 de junho, sob o título “UM ROBÔT CONTRA O CANCRO”, explica algumas especificidades e vantagens para o Doente, que a  CYBERKNIFE, equipamento único em Portugal, propicia nos tratamentos de Radioterapia.

[:en]Dr. Paulo S. Costa, Clinical Coordinator of Júlio Teixeira, SA, in an interview with the magazine VISÃO SAÚDE on June 1st, under the title “A ROBOT AGAINST CANCER”, explains some specificities and advantages for the patient, which CYBERKNIFE, unique equipment in Portugal, it provides in Radiotherapy treatments.

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Artigo de opinião “+ vida” nº28

[:pt]A revista + vida na sua edição nº28 (pág.34) publicou um artigo de opinião da autoria do Dr. Paulo Costa – Coordenador Clinico da Unidade de Radioterapia Júlio Teixeira no Instituto CUF Porto:


“Existem hoje diferentes possibilidades de aplicação”, refere Paulo Costa, Coordenador Clínico da Unidade de Radioncologia no Instituto CUF Porto. “A mais convencional continua a ser a radioterapia externa, mas também existe a radioterapia intraoperatória e a braquiterapia.”

A radioterapia intraoperatória, em particular, pode ser usada em fases mais iniciais da doença, em casos selecionados, dentro do bloco operatório, durante a cirurgia de remoção tumoral. A cirurgia demora mais 30 minutos, mas a doente já não tem de fazer radioterapia a seguir. “É algo que já fazemos nas unidades CUF. Temos uma casuística de mais de 100 doentes tratados com excelentes resultados”, garante Paulo Costa.

O médico reforça, contudo, que a maior parte das doentes continua a ser indicada para radioterapia externa: “A radioterapia externa tem hoje uma grande multiplicidade de soluções, das quais destaco os tratamentos acelerados, em que podemos tratar a doente de uma forma mais rápida sem que isso implique menor eficácia terapêutica ou toxicidade acrescida.”

Paulo Costa acrescenta: “Há 25 anos, independentemente do tipo de cancro da mama, eram utilizados volumes de tratamento praticamente iguais. Hoje, conseguimos tratar apenas o volume onde estava o tumor – o leito tumoral – e preservar as restantes estruturas mamárias.”

Para este especialista, tal só é possível graças ao maior conhecimento da biologia tumoral e à melhor capacidade para definir uma estratégia terapêutica integrada.

 

Consulte a publicação em:
https://www.cuf.pt/sites/portalcuf/files/documents/2021-10/vida28.pdf

[:en]The magazine + vida in its issue nº28 (page 34) published an opinion article by Dr. Paulo Costa – Clinical Coordinator of the Júlio Teixeira Radiotherapy Unit at Instituto CUF Porto:

“There are different application possibilities today”, says Paulo Costa, Clinical Coordinator of the Radioncology Unit at Instituto CUF Porto. “The most conventional is still external radiotherapy, but there is also intraoperative radiotherapy and brachytherapy.”

Intraoperative radiotherapy, in particular, can be used in earlier stages of the disease, in selected cases, within the operating room, during tumor removal surgery. The surgery takes another 30 minutes, but the patient no longer has to undergo radiotherapy afterwards. “It’s something we already do at CUF units. We have a sample of more than 100 patients treated with excellent results”, guarantees Paulo Costa. The doctor reinforces, however, that most patients are still indicated for external radiotherapy: “External radiotherapy today has a great variety of solutions, of which I highlight the accelerated treatments, in which we can treat the patient more quickly without this implying less therapeutic efficacy or increased toxicity.”

Paulo Costa adds: “25 years ago, regardless of the type of breast cancer, practically equal volumes of treatment were used. Today, we are able to treat only the volume where the tumor was – the tumor bed  – and preserve the remaining breast structures.”

For this specialist, this is only possible thanks to greater knowledge of tumor biology and better ability to define an integrated therapeutic strategy.

 

See the publication at:
https://www.cuf.pt/sites/portalcuf/files/documents/2021-10/vida28.pdf

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ARO – 2019 CASE REPORT OF THE YEAR

[:pt]Artigo da Dra Catarina Martins, Interna de especialidade em Radioterapia no HOSPITAL DE BRAGA, EPE, já distinguido com o PRÉMIO JÚLIO TEIXEIRA nos ENCONTROS DA PRIMAVERA 2019, eleito pela ARO –  APPLIED RADIATION ONCOLOGY como 2019 CASE REPORT OF THE YEAR.

WINNER: Abscopal effect of radiation therapy in monotherapy in a patient with malignant melanoma By Catarina Martins Silva, MD; Carlos Fardilha, MD; Diana Freitas, MD; Graça Fonseca, MD; Manuel Louro, MD; Paulo Costa, MD

https://appliedradiationoncology.com/articles/aro-2019-article-of-the-year-winners

PDF: RADIATION_ONCOLOGY_CASE_2019[:]

XVIII JORNADAS DE SENOLOGIA

[:pt]ARTIGO DO DR JOÃO MACÁRIO CONDE PUBLICADO NO “JORNAL CONGRESSO”, NEWS FARMA (pag.12):

Radioterapia adjuvante em função da abordagem cirúrgica

O número de doentes que fazem tratamento neoadjuvante tem aumentado de ano para ano, sendo as principais indicações o carcinoma inflamatório, o carcinoma localmente avançado e como downstaging/downsizing no carcinoma precoce da mama. Nas guidelines atuais não existe consenso se o tratamento de radioterapia deve ser baseado no estadio inicial, independentemente da resposta à terapêutica ou, se por ouro lado, deve ser baseado no estadio pós tratamento primário.

Numa altura em que a biópsia do gânglio sentinela nos doentes com cN1 surge como um “emerging standard of care”, será muito importante o resultado dos ensaios clínicos B-51/RTOG 1304 e Alliance A011202, para definir qual a melhor estratégia para tratar os doentes submetidos a quimioterapia neoadjuvante, especialmente os cT1-3N1M0.

O ensaio clínico B-51/RTOG 1304 é um estudo randomizado fase III, que pretende avaliar a indicação de radioterapia pós mastectomia total (PMRT) e irradiação das áreas de drenagem ganglionar em doentes submetidos a mastectomia parcial, estadio cT1-3N1M0, com resposta completa a nível ganglionar, documentada por biópsia de gânglio sentinela ou por esvaziamento axilar. Quanto ao Alliance A011202, é um estudo randomizado fase III, que pretende avaliar o papel do esvaziamento axilar em doentes cT1-3N1M0, com biópsia do gânglio positiva após o tratamento neoadjuvante.

Como o B-51/RTOG 1304 e o Alliance A011202 ainda estão em fase de recrutamento (com resultados para 2028 no caso de B-51 e sem data prevista para o Alliance), deveremos basear a nossa decisão nos estudos de adjuvância (NSABP-06; NSABP B-21; MA.20 Trial; ACOSOG Z-0011; EBCTCG metanálise – Trialist Group; EORTC 10981- 22023 Amaros trial); na análise dos subgrupos do NSABP B-18 e NSABP B27; nas características do doente; na carga tumoral residual e nas características biológicas do tumor. É necessário uma decisão individualizada e o doente deverá ser incluído neste processo.

É fundamental um equilíbrio do descalar da cirurgia e do descalar da radioterapia, de forma a conseguirmos diminuir a morbilidade dos nossos doentes em segurança, sem comprometer o controlo locorregional.

Por último, gostaria de fazer a referência à publicação das guidelines para delineação de volumes PMRT pós reconstrução imediata “ESTRO ACROP consensus guideline for target volume delineation in the setting of postmastectomy radiation therapy after implant-based immediate reconstruction for early stage breast cancer”, que serão seguramente um grande desafio para os departamentos de radioncologia.

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Artigo Opinião do Dr. Paulo S. Costa, Coordenador Clínico da Júlio Teixeira.

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Artigo Opinião do Dr. Paulo S. Costa, Coordenador Clínico da Júlio Teixeira, publicado no dia 16 de Abril, no RaioX – JORNAL DE SAÚDE ONLINE.

“Realizou-se no dia 16 de março, no Hotel Olissippo Oriente, em Lisboa, um evento científico dedicado ao tema “Novos desafios em Oncologia”. No âmbito desta reunião, que juntou radioncologistas de todo o país, o Raio-X partilha um artigo de opinião de Paulo Costa, coordenador clínico do Departamento de Radioterapia Dr. Júlio Teixeira, do Instituto CUF Porto, que aborda a doença oncológica e as novas estratégias de tratamento.

São exemplos desta nova atitude a Hipertermia,e a Radiocirurgia Estereotáxica (SRS).

Em função do enquadramento clínico, a hipertermia tem vindo a afirmar-se como uma estratégia a considerar na abordagem do doente oncológico. Consignada em algumas áreas de patologia como parte integrante das guidelines de tratamento oncológico, acrescenta mais-valias na estratégia multidisciplinar de abordagem terapêutica oncológica.

De igual forma a Radiocirurgia Estereotáxica (SRS) como opção de tratamento na abordagem da doença oncológica tem vindo a evoluir ao longo das últimas décadas.

Aliando uma precisão topográfica submilimétrica á total ausência de invasividade na realização do tratamento, esta modalidade terapêutica tem vindo adquirir uma importância crescente numa estratégia multidisciplinar de abordagem da doença oncológica integrando-se nos novos conceitos de tratamento da doença oligometastática. e de imuno-modulação da resposta anti-tumoral por parte do hospedeiro.

A possibilidade de realizar uma radioterapia de elevada precisão com diminuição marcada das toxicidades associadas a este tratamento permite ultrapassar as limitações clássicas, que no passado estavam invariavelmente associadas á impossibilidade de re-tratamento, em função da localização anatómica ou da proximidade a estruturas críticas. Assim torna-se possível encarar novas estratégias de tratamento em que anteriormente a cirurgia minimamente invasiva ou outras formas de radioterapia não seriam opções válidas de tratamento.

A par dos últimos estudos na área da oligometastização onde a SRS desempenha um papel determinante nos resultados obtidos, têm vindo a ser conhecidos alguns mecanismos subjacentes aos efeitos imunológicos provocados pela radioterapia.

São exemplos deste último mecanismo o efeito “abscopal” de mediação imunológica rádio-induzida. A associação deste tratamento a inibidores do CTLA-4 e do complexo PD1/PDL1 tem vindo a ser investigado como muito promissor neste contexto, deixando antever um papel estratégico da SRS na abordagem terapêutica multidisciplinar da doença oncológica.

Ao juntarmos neste evento um grupo de especialistas com vasta experiência nestas áreas pretendemos partilhar experiências, debater ideias quanto ás novas estratégias de tratamento em Oncologia e apontar direcções para uma integração multidisciplinar crescente na abordagem terapêutica do doente oncológico.”

link da noticia:

Por favor, clique aqui!

 

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Dr. Paulo S. Costa ao Canal Saúde Mais

[:pt]Entrevista do Dr. Paulo S. Costa, Coordenador Clínico da Júlio Teixeira, SA, ao Portal Saúde Online.

Tema: Novos Desafios em Oncologia
Local: Canal Saúde Mais – Magazine «Saúde em Dia»
Hora: 19h00
Duração: 15 minutos
Resumo: Dr. Paulo S. Costa fez um balanço do evento científico que se realizou em março em Lisboa.

link da entrevista: Clique aqui, para ver a entrevista!

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Radiocirurgia em Epilepsia

[:pt]Artigo Publicado no Jornal CONGRESSO/ Março 2019 a propósito do 31º ENCONTRO NACIONAL DE EPILEPTOLOGIA com o Título “RADIOCIRURGIA EM EPILEPSIA” da Autoria do Dr Paulo S. Costa, coordenador clínico da Júlio Teixeira, SA

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“Músculo-Esquelético”

[:pt]Dr. Paulo S. Costa orador “Técnicas de irradiação na patologia músculo-esquelética e efeitos das associações terapêuticas”, no Congresso “Músculo-Esquelético” da ATARP, em Setúbal – 16 de Fevereiro de 2018.

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