Tag Archive for: Hipertermia

UMA NOVA ESPERANÇA PARA DOENTES COM NECESSIDADE DE REIRRADIAÇÃO DE LESÕES TUMORAIS

[:pt]

Com o investimento que a JÚLIO TEIXEIRA, SA, acaba de realizar num equipamento de HIPERTERMIA SUPERFICIAL nas suas instalações no INSTITUTO CUF, Porto, torna-se o primeiro centro de Radioncologia em Portugal a oferecer uma tecnologia que se tem mostrado eficaz no tratamento de tumores irressecáveis, que já tenham sido previamente irradiados, como acontece nas recidivas de cancro da mama ao nível da parede torácica.

O procedimento, com recurso a um dispositivo médico (Hydrosun®TWH1500) que induz sem contacto um aquecimento das lesões, num processo controlado por termografia, sensibiliza o tecido tumoral imediatamente antes da administração do tratamento de Radioterapia. Deste modo, reduz-se significativamente o respetivo número de sessões, dose e toxicidade associadas.

A Júlio Teixeira, SA, faz agora parte de um grupo internacional de Centros de Radioterapia de grande reputação onde tal tecnologia está já disponível, nomeadamente na Alemanha, Suíça, Áustria e Reino Unido.

[:en]With the investment that JÚLIO TEIXEIRA, SA, has just made in SUPERFICIAL HYPERTHERMIA equipment at its facilities at INSTITUTO CUF, Porto, it becomes the first Radioncology center in Portugal to offer a technology that has proven effective in the treatment of tumors unresectable, which have already been previously irradiated, as occurs in recurrences of breast cancer at the level of the chest wall.
The procedure, using a medical device (Hydrosun®TWH1500) that heats the lesions without contact, in a process controlled by thermography, sensitizes the tumor tissue immediately before the administration of the Radiotherapy treatment. In this way, the respective number of sessions, dose and associated toxicity are significantly reduced.
Júlio Teixeira, SA, is now part of an international group of highly reputable Radiotherapy Centers where such technology is already available, namely in Germany, Switzerland, Austria and the United Kingdom.[:]

Artigo Opinião do Dr. Paulo S. Costa, Coordenador Clínico da Júlio Teixeira.

[:pt]

Artigo Opinião do Dr. Paulo S. Costa, Coordenador Clínico da Júlio Teixeira, publicado no dia 16 de Abril, no RaioX – JORNAL DE SAÚDE ONLINE.

“Realizou-se no dia 16 de março, no Hotel Olissippo Oriente, em Lisboa, um evento científico dedicado ao tema “Novos desafios em Oncologia”. No âmbito desta reunião, que juntou radioncologistas de todo o país, o Raio-X partilha um artigo de opinião de Paulo Costa, coordenador clínico do Departamento de Radioterapia Dr. Júlio Teixeira, do Instituto CUF Porto, que aborda a doença oncológica e as novas estratégias de tratamento.

São exemplos desta nova atitude a Hipertermia,e a Radiocirurgia Estereotáxica (SRS).

Em função do enquadramento clínico, a hipertermia tem vindo a afirmar-se como uma estratégia a considerar na abordagem do doente oncológico. Consignada em algumas áreas de patologia como parte integrante das guidelines de tratamento oncológico, acrescenta mais-valias na estratégia multidisciplinar de abordagem terapêutica oncológica.

De igual forma a Radiocirurgia Estereotáxica (SRS) como opção de tratamento na abordagem da doença oncológica tem vindo a evoluir ao longo das últimas décadas.

Aliando uma precisão topográfica submilimétrica á total ausência de invasividade na realização do tratamento, esta modalidade terapêutica tem vindo adquirir uma importância crescente numa estratégia multidisciplinar de abordagem da doença oncológica integrando-se nos novos conceitos de tratamento da doença oligometastática. e de imuno-modulação da resposta anti-tumoral por parte do hospedeiro.

A possibilidade de realizar uma radioterapia de elevada precisão com diminuição marcada das toxicidades associadas a este tratamento permite ultrapassar as limitações clássicas, que no passado estavam invariavelmente associadas á impossibilidade de re-tratamento, em função da localização anatómica ou da proximidade a estruturas críticas. Assim torna-se possível encarar novas estratégias de tratamento em que anteriormente a cirurgia minimamente invasiva ou outras formas de radioterapia não seriam opções válidas de tratamento.

A par dos últimos estudos na área da oligometastização onde a SRS desempenha um papel determinante nos resultados obtidos, têm vindo a ser conhecidos alguns mecanismos subjacentes aos efeitos imunológicos provocados pela radioterapia.

São exemplos deste último mecanismo o efeito “abscopal” de mediação imunológica rádio-induzida. A associação deste tratamento a inibidores do CTLA-4 e do complexo PD1/PDL1 tem vindo a ser investigado como muito promissor neste contexto, deixando antever um papel estratégico da SRS na abordagem terapêutica multidisciplinar da doença oncológica.

Ao juntarmos neste evento um grupo de especialistas com vasta experiência nestas áreas pretendemos partilhar experiências, debater ideias quanto ás novas estratégias de tratamento em Oncologia e apontar direcções para uma integração multidisciplinar crescente na abordagem terapêutica do doente oncológico.”

link da noticia:

Por favor, clique aqui!

 

[:]

Hipertermia no tratamento do cancro – Entrevista Porto Canal

[:pt]Programa: Consultório do Porto Canal, dia 16 de Janeiro de 2017

Assista ao video, clique aqui!

Tema: Hipertermia no tratamento do cancro
Dr. Moreira Pinto (Oncologista) e Dr. Paulo Costa (Radioncologista)[:en]Program: ‘Consultório’ on Porto Canal, 16th of January 2017
Watch the video, click here!!
Topic: Hyperthermia in the treatment of cancer
Dr. Moreira Pinto (Oncologist) and Dr. Paulo Costa (Radiation Oncologist)


[:]

Reportagem na revista SÁBADO – Hipertermia

[:pt]

Sabia que o calor pode ser uma poderosa arma contra o cancro? A hipertermia, usada em conjunto com a quimioterapia e a radioterapia, pode ser a solução quando já não há alternativas

Janeiro de 2016. A mancha vermelha que lhe apareceu por cima da cicatriz, e que agora existe no lugar da sua mama esquerda, denunciava-se a si própria. “Está aqui novamente”, pensou de imediato Maria do Céu Gaspar. Em apenas 15 dias (o tempo que o resultado da biópsia demorou a estar pronto) cresceu: começou com o tamanho de uma moeda de dois euros e foi-se alastrando, como o sarampo, compara a telefonista. Maria do Céu tinha a certeza de que era “o monstrinho” – como se referiu ao cancro na conversa com a SÁBADO. “Só não se sabia se era uma recidiva ou se tinham ficado células tumorais depois da cirurgia [uma mastectomia radical].”

Mas esse nem era o principal problema. O pior é que aquela zona já estava bastante combalida por causa dos tratamentos – o carcinoma invasivo na mama esquerda fora-lhe diagnosticado em Julho de 2014 e, desde então, já tinha feito quimioterapia e radioterapia pré-operação. As radiações diárias, ao longo de um mês, deixaram-lhe a pele do peito preta e assada, como uma queimadura solar – que, por sorte, nunca chegou a abrir ferida. E, recentemente, iniciara quimioterapia oral. Mais: o tratamento de que realmente precisava (mais radioterapia), nas doses necessárias para produzir algum efeito, não era exequível. “Corria o risco de ficar com lesões no coração [por causa do local da recidiva].” O organismo não aguentaria tanta toxicidade.

Maria do Céu Gaspar parecia ter esgotado todas as alternativas, mas correu atrás de uma última hipótese: no IPO de Coimbra, onde estava a ser seguida (vive em Tortosendo, na Covilhã) falaram-lhe de uma terapia inovadora, que combate o cancro através do aumento da temperatura. Partiu para o Porto e dispôs-se a experimentar. O tratamento, até há pouco mais de um ano inédito em Portugal, deu-lhe uma nova oportunidade. A recidiva regrediu e hoje está sem evidências da doença.

A nova arma na luta contra o cancro chama-se hipertermia e consiste na emissão de uma corrente de radiofrequência. O que significa basicamente um aumento homogéneo da temperatura, entre os 41 e os 43 graus, na região ou no órgão que se pretende tratar. Também pode ser dirigida a todo o corpo. Para já disponível apenas no Hospital CUF Porto, não funciona como um tratamento em si, mas como um adjuvante das terapias convencionais, como a quimioterapia e a radioterapia, e usa-se sobretudo em casos já sem outra solução. “Normalmente são doentes que já esgotaram as modalidades clássicas e que podem desenvolver muitos efeitos secundários aos tratamentos. A hipertermia permite -nos, com doses de radiação mais baixas, obter o mesmo resultado”, explica Paulo Costa, radioncologista do Instituto CUF Porto.

É o próprio calor que tem benefícios: “Ao aumentarmos a circulação sanguínea em determinado local, pela indução de calor, estamos a oxigenar o próprio tumor e tornamo-lo mais sensível”, explica o especialista. No limite, a temperatura também contribui para destruir as células tumorais, acrescenta.

A primeira paciente
Maria do Céu Gaspar foi a primeira doente oncológica a ser tratada com radioterapia e hipertermia: fez 20 sessões de radioterapia, diárias, e 10 de hipertermia, a cada dois dias. O tratamento de hipertermia não causa desconforto, pelo contrário, “parece que estamos à braseira ou ao irradiador”, compara a telefonista, que trabalha no Centro Hospitalar da Cova da Beira. Teve apenas de ficar deitada numa maca, durante uma hora, com uma máquina – um equipamento com dois eléctrodos, que eleva a temperatura do tumor – a pressionar o sítio da lesão. Ao mesmo tempo, continuava com a quimioterapia oral, um comprimido diário – os três tratamentos em conjunto funcionaram em pleno.

A terapêutica não é, para já, comparticipada e cada sessão custa 175 euros – sendo que cada tratamento inclui em média 10 sessões. Ao todo, Maria do Céu Gaspar terá gasto mais de 8 mil euros, mas não lamenta. “Se eu tenho um médico que me diz que vai correr bem, então vão-se os anéis e ficam os dedos.”

Junho de 2016 (o mês em que terminou o tratamento combinado com hipertermia) foi o culminar de dois anos particularmente difíceis: em Junho de 2014 começou a sentir a mama esquerda quente e vermelha, um mês depois veio o embate de saber que tinha um cancro raro; no início da quimioterapia decidiu rapar a cabeça – “não queria ter a sensação do cabelo a cair” – entretanto foram as unhas dos pés e das mãos que começaram a parecer-lhe diferentes, esbranquiçadas e a deitar pus; houve um período em que, apesar de ser uma excelente cozinheira, perdeu o apetite e tudo lhe sabia a ferro, até a água.
Durante a segunda fase de tratamentos – a radioterapia pré-operação, em Fevereiro de 2015 –, mudou-se temporariamente para uma residência em Coimbra, que hospeda doentes em tratamento longe de casa, e onde andar de pijama era proibido. “Diziam-nos que aquele sítio era considerado um hotel, não queriam que ficássemos ali fechados e cabisbaixos.”

No início de Agosto de 2016, Maria do Céu Gaspar voltou a ter a pele do peito rosada e a convicção de que vai “continuar a viver”, porque os tratamentos resultaram. Só não consegue deixar de olhar-se todos os dias ao espelho, é inevitável andar à procura de algo fora do normal, mas a preocupação já não é tão grande. “Tenho esperança de que o bicho ficou ali… esturricado.”

Texto originalmente publicado na edição n.º 662, de Janeiro de 2017, da SÁBADO

link: https://www.sabado.pt/ciencia—saude/detalhe/sabe-que-o-calor-pode-ser-arma-contra-o-cancro

[:en]

DID YOU KNOW THAT HEAT CAN BE A POWERFUL WEAPON AGAINST CANCER? HYPERTHERMIA, USED IN CONJUNCTION WITH CHEMOTHERAPY AND RADIOTHERAPY, CAN BE THE SOLUTION WHEN THERE ARE NO OTHER ALTERNATIVES

January 2016. The red stain which formed on top of the scar, which has taken the place of your left breast, gave itself up. “It’s here again”, Maria do Céu Gaspar immediately thought. In a mere 15 days (the time it takes for the biopsy result to come back) it has grown: it started at the size of a two euro coin and has been spreading, like measles, the telephone operator rues. Maria do Céu was sure it was the ‘little monster’ – as she called it during her interview with SÁBADO. “The only thing we were unsure of was whether it was a recurrence or whether tumorous cells has been missed during the surgery (radical mastectomy).

However, that wasn’t even the main problem. That area had already been significantly weakened by previous treatments – the malignant carcinoma on her left breast was diagnosed in July 2014 and, since then, Maria has undergone pre-operatory chemotherapy and radiotherapy. One month of daily irradiation sessions have left the skin on her chest black and burnt, similar to a severe sun burn, which luckily never ruptured. She also recently began oral chemotherapy. Furthermore, the treatment which Maria really needs (more radiotherapy), in the dosages needed to have an effect, are not viable – “I would run the risk of sustaining lesions on my heart [due to the location of the recurrence].” Her body could not cope with so much toxicity.

Maria do Céu Gaspar appeared to have exhausted all alternatives, though she decided to pursue one last option: at the IPO in Coimbra, where she was being treated (she lives in Tortosendo, Covilhã) they mentioned an innovative therapy, which fights cancer using increases in temperature. She departed for Porto and signed up for the treatment. Unheard of in Portugal just one year prior, it gave her hope. The recurrence regressed and today she is free of cancer.

The new weapon in the fight against cancer is called Hyperthermia and it involves the emission of a radiofrequency current. This leads to a homogenous increase in temperature to between 41 and 43 degrees Celsius, in the target region or organ. It can also be aimed at the entire body. Currently only available at CUF Porto Hospital, it doesn’t work as a stand-alone treatment, but rather as an adjuvant to conventional therapies, such as chemotherapy and radiotherapy, and is primarily used as a last resort. “We usually apply this to patients who have run out of other more common options and who may develop excessive secondary effects to treatments. Hyperthermia allows us to achieve the same results with lower radiation levels” explains Paulo Costa, Radiation Oncologist at Instituto CUF, Porto.
It is the actual heat which has benefits: “By increasing the blood flow in the target area, by applying heat, we are oxygenating the tumour itself and making it more sensitive”, the specialist explains. At the limit, the heat also contributes to the destruction of the cancerous cells, he adds.

The first patient
Maria do Céu Gaspar was the first oncological patient to be treated with radiotherapy and hyperthermia: she did 20 daily sessions of radiotherapy and 10 of hyperthermia, every two days. Hyperthermia treatment doesn’t cause discomfort, in fact quite the opposite – “it feels like you’re standing by a log fire or radiator”, likens the telephone operator, who works at Cova da Beira Hospital. She simply had to lie down on a gurney for one hour with a machine – a piece of equipment which uses two electrodes to raise the temperature of the tumour – pressed against the target area. At the same time, she continued with the oral chemotherapy, one pill a day – the three approaches working in conjunction succeeded.

This therapy is not yet covered by the state and each session costs 175 euros, with each full course of treatment consisting of an average of ten sessions. In all, Maria do Céu will have spent 8 thousand euros, though she has no regrets – “If I have a doctor who tells me that everything is going to be OK, then the rings go to keep the fingers”. June of 2016 (the month in which Maria finished the combined hyperthermia treatment) was the culmination of two particularly difficult years: in June 2014 she noticed her left breast was red and felt warm, and one month later came the dreaded news that she has a rare form of cancer; at the start of chemotherapy she decided to shave off her hair – “I didn’t want to have the sensation that my hair was falling out” – and in the meantime it was her toe and fingernails which began to look different, whitened and seeping pus. There was a time when the accomplished cook completely lost her appetite; everything tasted of iron, or even water. During the second phase of treatment – pre-operative radiotherapy, in February 2015 -, she moved to a residence in Coimbra which hosts patients undergoing treatment far from home, and where pyjamas are prohibited. “They told us that the residence was considered a hotel, they didn’t want us to become shut-ins or crestfallen.

At the beginning of August 2016, Maria do Céu Gaspar’s gained back the rosy complexion on her chest, along with the conviction that she will “keep on living”, as the treatment was successful. However, she can’t stop checking herself in the mirror every day, constantly searching for anything out the ordinary is inevitable, but the worry is no longer so severe. “I have hope that the monster was left behind… burnt out of me”
Text originally published in edition number 662, January 2017, of SÁBADO magazine.

https://www.sabado.pt/ciencia—saude/detalhe/sabe-que-o-calor-pode-ser-arma-contra-o-cancro
[:]

Primeiros tratamentos em Portugal de Radioterapia em combinação com Hipertermia Local

[:pt]hipertermia

 

A Júlio Teixeira – Radioterapia, numa parceria com o Hospital CUF-Porto, efetuou os primeiros tratamentos em Portugal de Radioterapia concomitante com Hipertermia Local, técnica não invasiva através da qual é elevada a temperatura do tumor de forma seletiva e focalizada através de uma fonte de radiofrequência, com recurso a um equipamento Celsius TCS (http://www.celsius42.de/home.html); esta técnica pode utilizar-se isoladamente ou em combinação com a Quimioterapia e/ou Radioterapia, com a finalidade de conseguir um tratamento mais efetivo em diferentes patologias.

Hipertermia no Tratamento do Cancro – Celsius TCS

O Celsius TCS foi concebido como um sistema para tratamento de tumores. É um equipamento médico não invasivo de Hipertermia local que, através dos seus 2 elétrodos ativos, emite uma radiofrequência de 13.56 MHz, a qual permite elevar a temperatura do tumor de forma seletiva e focalizada.

O que é a Hipertermia?

A Hipertermia é o aumento da temperatura acima do nível fisiológico com o objetivo de atingir uma melhor eficácia terapêutica. Está definida como o aumento da temperatura para um intervalo entre 39ºC e 45ºC.

O objetivo da Hipertermia local Celsius 42 é alcançar uma dose térmica ótima no tumor, seja superficial ou profunda, sem exceder os limites de tolerância dos tecidos normais circundantes. A Hipertermia local é aplicada de forma externa e não invasiva pelo meio de 2 elétrodos ativos os quais emitem uma energia eletromagnética dirigida ao local de tratamento conduzindo à destruição das células cancerígenas.

Patologias

O uso do equipamento está indicado para qualquer tipo de tumor sólido, particularmente:

  • Colo do útero
  • Cabeça e pescoço
  • Pulmão
  • Melanoma
  • Bexiga
  • Recto
  • Esófago
  • Tumores pélvicos
  • Tumores primários e sob a forma de metástases em órgãos (por ex.: fígado, pâncreas, rins)
  • Tumores do estômago
  • Tumores cerebrais ou metástases cerebrais
  • Cancro da mama/recorrência local do cancro da mama
  • Cancro da próstata

Efeitos Secundários e Contraindicações

A terapia com Hipertermia local é efetuada por um Médico / Enfermeiro em sessões de 60 minutos,

é não invasiva e sem riscos para o doente. É feita em regime ambulatório e geralmente não provoca efeitos secundários adversos. Em casos isolados, a destruição de células cancerígenas pode resultar numa febre ligeira para o doente, o que é considerado como uma boa resposta ao tratamento.

Contraindicações

A Hipertermia com Celsius TCS está contraindicada em:

  • Pessoas com bypass coronário e seus elétrodos
  • Pessoas com próteses metálicas colocadas na proximidade da área de tratamento do tumor

O primeiro equipamento em Portugal foi instalado no Hospital CUF Porto, pioneiro nesta técnica no país.[:en]

hipertermia

 

Júlio Teixeira – Radiotherapy, in partnership with CUF-Porto Hospital, carried out the first Radiotherapy concomitant with Local Hyperthermia treatment, a non-invasive technique whereby the tumour’s temperature is raised by applying selective and focused radiofrequency waves, using Celsius TCS equipment (http://www.celsius42.de/home.html). This technique can be used by itself or in conjunction with Chemotherapy and/or Radiotherapy, with the aim of achieving a more effective treatment of a number of pathologies.

Hyperthermia in the treatment of Cancer – Celsius TCS

The Celsius TCS was conceived as a system for the treatment of tumours. It is non-invasive Local Hyperthermia medical equipment which, using its two active electrodes, emits 13.56 MHz radiofrequency waves, allowing the temperature of the tumour to be raised in a selective and focused manner.

What is Hyperthermia?

Hyperthermia is the raising of temperature above the physiological level with the aim of reaching a higher therapeutic efficiency. It is defined as the raising of the temperature to between 39ºC and 45ºC.

The objective of Local Hyperthermia using Celsius 42 is to administer an optimum thermal dosage to the tumour, be it superficial or deep, without exceeding the tolerance limits of the surrounding tissue. Local Hyperthermia is applied externally and is non-invasive; the target area is placed between two active electrodes which emit an electromagnetic pulse which subsequently destroys the carcinogenic cells.

Pathologies
Use of the equipment is indicated for any type of solid tumour, particularly:

  • Cervical
  • Head and neck
  • Lungs
  • Melanoma
  • Bladder
  • Rectum
  • Oesophagus
  • Pelvic tumours
  • Primary tumours and metastasizing tumours in organs (e.g. liver, pancreas, kidneys)
  • Tumours of the stomach
  • Brain tumours or cerebral metastases
  • Breast cancer/ local recurrence of breast cancer
  • Cancer of the prostate

Adverse Effects and Contraindications

Therapy using local Hyperthermia is administered by a doctor or nurse in 60-minute sessions, and is non-invasive.  It is done on an out-patient basis and it generally doesn’t provoke adverse side-effects. In some isolated cases the destruction of the carcinogenic cells can result in a mild fever for the patient, which is considered a sign that the treatment is working.

Contraindications

Hyperthermia with Celsius TCS is contraindicated in:

  • Recipients of coronary bypasses and their electrodes
  • Patients with metallic prostheses in proximity of the target treatment area

This equipment was first installed in Portugal at the CUF Hospital Porto, the pioneer of this technique in this country.[:]